quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Pensar, agir... !

É muito mais fácil pensar do que agir. Agir um ato tão complicado para ser humano. A ordem seria pensar e depois agir, mais muitos agem sem pensar !
Pense que você pode pensar como você quer. Você pode pensar o que você quer sobre o seu próprio bem. Esqueça o que você foi até agora, cada dia é uma nova chance, para você fazer de novo o que não foi feito, ou até mesmo refaze-lo. Pense na paz, esqueça do seu mundo ao derredor por alguns instantes, e veja, sua vida vale a pena a ser vivida? Tenho certeza que sim :D. ! Então viva da melhor maneira que você pode, naõ deixe passar as oportunidades !
Pense, que tudo você pode fazer, porque você é especial, você tem a força pra lutar contra tudo que vem até você !
Sorria, o sorriso é parte de sua vida, que te traz o que você precisa, para viver, um sorriso de amigos, de amor, de uma piada sem graça, de algo que te faz lembrar coisas antigas, tudo isso vale a pena . ! Sorriso uma coisa que você tem de graça e faz um bem enorme !
Olhe para o espelho, contemple a pessoa linda que você é, sua beleza exterior vale a pena ser bem vista com seus olhos, contemple sua beleza interior, ela tem muito valor, ela é aquela que ninguem vê, mais sente, atraves de suas atitudes. !
Esqueça os pensamentos ruins, lembre das coisas boas, das lembranças, dos momentos que estão por vir. Conheça a perfeição, tente ser a pessoa mais perfeita do mundo, algo impossivel, mais vai fundo que você ve o seu limite !
Pense dentro de si, que todas as coisas melhores da vida, o melhor ainda é você!
Você tem uma vida apenas, entao aproveite ela o maximo que puder, saia divirta, esqueça seus problemas, curta muito, pois dessa vida você não sai vivo mesmo !
Você tem um sonho? O que você faz para que ele se torne realidade ? Fica apenas vivendo a vida, ou corre atras de seu objetivo?
Alguma vez você tinha um sonho, que até desistiu dele, porque faltou lhe condições ? Já teve algum dia, algum pensamento, relacionado a esse tipo : ah, era isso que eu queria ser ! ?
Ou você pensa eu já fui, e agradece a Deus por tudo que passou, e aprende com o passado, cada lição, cada erro, cada acerto?
Ou você pensa positivo, eu vou me tornar uma pessoa melhor no dia de amanhã, para que meus erros e meus acertos, sejam exemplos de lições de vida, para que a vida valha pena.
Temos que parar para pensar antes de agirmos. Seria bem mais facil, colocar a cabeça no travesseiro, e esquecer de tudo, pensar que todas as guerras, lutas lá fora se acabaram.
É bem dificil, você não pensar nas coisas que aconteceu, ou deixaram de acontecer, pois o pensamento vem e nos faz parar para refletir. Pode ser em um passeio, no trânsito, no computador, na frente da tv, em alguma das efeições. Você pode ter pensamentos bons, em momentos tranquilos, ou até pensamentos rancorosos, na hora de brigas, desilusões, discussões.
É uma coisa não programada, nossos pensamentos, é como se fosse um corredor, onde cada porta tem um pensamento, agente abre uma porta, tira nossas conclusões, e fecha a porta, abre outra, pensa, reflete e observa.
Pare um pouco, tire o disfarce, tire as mascaras, e pensa no seu EU.
Pare a analize, quem agente é, o que fazemos com nossa vida, com o tempo, com os amores, amores impossiveis, amores possiveis mais que faltam oportunidades. ! Analize suas obrigações, compreenda que isso é parte da vida, é uma prioridade.
Veja quem está fazendo parte de sua historia da vida, como ela está sendo escrita, em rascunhos ou em folhas reluzentes, que mostra a verdade de cada pessoa, e faz com que sua historia de vida tenha luz, e nunca se apagará ?
Ganhos ou percas, sempre temos, mais o choque depende de nossa perspectiva e possibilidades dessas pessoas que participam de sua história.
A vida não existe para que agente suporte e viva, mais sim para que agente elabore-a.
Saia da monotonia, crie novas coisas, novos roteiros, novas historias.
Não é preciso ser brilhante, importante, admirado, para você viver bem, e ter uma historia pra contar, pensando e repensando em sua vida, para que ela valha a pena, é preciso amar e ser amado. Questione tudo que vem até você, mais sem rebeldias, deixe que a vida mostra o que você precisa saber.
Saboreie o bom, mais saiba enfrenter o ruim. E que o minimo que você faça, a cada momento, é o melhor que você conseguiu fazer !
Você já parou para pensar, se você faz bonito o seu amor ? Ou fazer com que seu amor seja ou fique bonito ?
Gostar é tão facil que ninguem aceita aprender, tem vários amores por ai, de varios tipos, sinceros, gigantescos, profundos, sinceros, amores entregues, mais esses amores, não fazem com que o tempo, torne-se ele bonito ! Eles são apenas ilusões que mostram a beleza exterior, que são aquelas que todos vêem, mais não mostram a beleza que se sentem. Amar, um ato de compreensão, carinho, nada de cobranças, exigências, eles são cheios de razão, o maior perigo ! Eles sempre querem ter o direito de justiça, e sempre ageem na hora errada, amar bonito é saber a hora de ter a razão, e usa-la na hora certa. Coloque a mão na cosciência, você está fazendo seu amor bonito?
As pessoas sempre esperam do amor, aquilo que é exigido pelas suas necessidades, você tem qe esperar, para valorizar melhor tudo de bom que ele pode trazer. Quem espera mais do que isso sofre, e sofrendo deixa de amar bonito.
Não ligue para que as pessoas opinam em sua vida, pois o que vale é o que você é e pensa !
Não tenha medo de ser pego em flagrante gostando de alguem, não canse de olhar, olhe, olhar não atrapalha, faz com que você sinta se bem.
Adie sempre que possivel, aquela conversa importante que precisa ter. Para quem ama toda atenção é pouca. Quem ama feio, não liga na atenção, pensa que a pouca atenção que recebe é a maior possivel.
Siga o destino dos sentimentos, não tenha medo do que você sente.
Seja você, não importa o que passe, o que sente, fale besteiras, cante desafinado, seja feliz !
Não tenha medo de dizer do que gosta, do que tem vontade, assim você conseguirá fazer com que o amor fique bonito, faça que ele seja o mais verdadeiro possivel, se o amor existe, ele tem conteudo, não se preocupe com ele e com suas definições.
Cuide de você, ame o suficiente para ser capaz de gostar do amor, e assim começara a tentar fazer o outro feliz . !
Sempre queremos fazer, resolver, providenciar, sempre tentamos planejar uma coisa, fazer outra e achar a terceira. Construimos e edificamos o mundo desse jeito, pare de vez em quando, saia, fique em silencio, sem pedir, sem pensar, descubra o que você precisa aprender, sem as palavras, deixe o silencio mostrar tudo o que precisa ouvir .
Layla Duarte
"Se pensar é o destino do ser humano, continuar sonhando é o seu grande desafio. E isto, é lógico, implica em trajetórias com riscos, em vitórias, com muitas lutas, e não poucos obstáculos pelo caminho. Apesar de tudo, seja ousado. Liberte sua criatividade. E nunca desista dos seus sonhos , pois eles transformarão sua vida em uma grande aventura."
Augusto Cury

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Capa do Filme Sucking Foot


2010

Aqui fala um pouco sobre a atualidade,
http://pt.wikipedia.org/wiki/2010

Fala sobre:

Vale a pena conferir :)

Jasper Johns, Jr

Jasper Johns, Jr (Augusta, Georgia, 15 de Maio de 1930) é um pintor norte-americano do movimento Pop Art.
Jasper Johns talvez tenha sido um dos mais importantes entre os pioneiros da pop art na América. Começou a pintar objetos tão vulgares como por exemplo as bandeiras, mapas, algarismos. Exemplo de uma das suas principais obras é a "Três Bandeiras"
Jasper Jonhs nasceu em Augusta, no estado norte-americano da Georgia, e cresceu em Allendale, na Carolina do Sul, com os seus tios e avós, após a separação dos seus pais. Sobre esta fase da sua vida disse No sítio onde eu era uma criança, não haviam artistas nem arte; assim não sabia o que isso queria dizer. Creio que pensava que isso significava que estaria numa situação diferente daquela em que me encontrava.
Jaspers Johns estudou na Universidade da
Carolina do Sul entre 1947 e 1948, e em 1949 muda-se para Nova Iorque, ingressando numa escola de arte comercial, a Parsons School of Design. Em 1952 vai para o exército, e é colocado em Sendai, no Japão, durante a Guerra da Coreia, onde fica até 1953. De volta a Nova Iorque, Jasper Johns conhece Robert Rauschenberg, Merce Cunningham, coreógrafo, Marcel Duchamp e John Cage, músico da vanguarda americana. Junto aprofundam a cena da arte contemporânea, ao mesmo tempo que começam a seguir os seus próprios caminhos na arte.
Em 1955, pinta o mais famoso, e conhecido dos seus quadros, A Bandeira norte-americana. Os seus quadros são descritos como dada neo-dadaístas, em oposição a Pop Art, embora aqueles incluam, habitualmente, imagens e objectos da cultura popular. Ainda assim, o trabalho de Jaspers Johns é catalogado como pertencendo à Pop Art, devido ao uso artístico da iconografia clássica. Mais tarde, durante a suas exposições em
Paris suas bandeiras são vistas, por alguns críticos, como divulgação nacionalista.
Os seus primeiros trabalhos tinham por base temas simples, como bandeiras, mapas, alvos, números e letras. O tratamento peculiar dado às suas telas, tem origem numa técnica denominada encaústica, que consiste em diluir a tinta em cera quente. Mais tarde, em
1958, Johns acrescenta relevo aos seus quadros, colocando neles objectos reais, como escovas, latas, pincéis ou letras. O seu trabalho caracteriza-se, assim por ser paradoxal, contraditório e problemático, semelhante ao de Marcel Duchamp (associado ao movimento Dada). Para além de quadros, Johns também trabalhou em entalhes, esculturas e litografias.
Contrariamente a muitos outros artistas, Johns viu a sua obra reconhecida ainda em novo. Em
1957, expõe colectivamente no Jewish Museum, onde conhece Leo Castelli; no ano seguinte, este organiza a sua primeira exposição individual, na galeria da qual era dono. Ainda em 1958, Johns expõe no pavilhão americano da Bienal de Veneza.
Anos 60
No virar da década de 50, Jaspers diversifica o seu trabalho, construindo moldes em
bronze de objetos cotidianos, como o Bronze Pintado (1960), que mostra duas latas de cerveja. Participa, com John Cage em decorações de happenings, e nas coreografias de Merce Cunningham. Os anos 60 representam para Johns o reconhecimento das suas obras na Europa, primeiro em 1961, com uma exposição individual em Paris, e depois, em 1964, na Bienal de Veneza. Este reconhecimento a Johns, abre também as portas da Europa à cultura norte-americana.
Anos 70
Até ao final dos anos 60, e década de 70, a obra de Jasper Johns mantém os seus habituais motivos de bandeiras, alvos e números. No entanto, em
1967, Johns introduz nos seus quadros o padrão flagstones, como é exemplo disso Luz de Harlem, que lembra uma parede pintada de forma irregular. Mais tarde, já nos anos 70, Johns desenvolve esta ideia criando os crosswatchings (traços coloridos, paralelos e sobrepostos), de que são exemplo os seus quadros Mulheres Chorosas (1975), A Árvore do Cabeleireiro (1975) ou Usuyuki (1978). Este novo padrão é, de alguma forma, uma memória do expressionismo abstracto de gerações anteriores.
Os anos 80, são um misto de regresso às origens, com o seu lado
abstracto da década anterior. Os seus quadros apresentam, de novo, as bandeiras, acompanhadas de colagens e de crosswatchings, como se vê em Ventríloquo (1983), ou no conjunto As Quatro Estações (1986), apresentada, e premiada, na Bienal de Veneza em 1988.
Atualmente
No ano de
1998, o Metropolitan Museum of Art, em Nova Iorque, pagou cerca de 20 milhões de dólares pelo seu trabalho de 1955, A Bandeira Branca.
Em
2006, um grupo de colecionadores privados adquiriu o quadro Falsa Partida, de 1959, por 80 milhões de dólares.
Ele também fez uma participação especial no seriado o
Simpsons como ele mesmo.
John Jaspers reside, atualmente em Sharon,
Connecticut, nos Estados Unidos.

Décadas

Esse site fala sobre as décadas :
http://pt.wikipedia.org/wiki/D%C3%A9cadas
Excelente material !

Amor e sexo !

Esse site mostra um pouco sobre a música "Amor e sexo "
Vale a pena conferir :)

Guernica- Pablo Picasso


Um dos quadros que melhor transmite todo o desespero advindo da guerra é o intemporal Guernica de Pablo Picasso, fazendo plena justiça à expressão "uma imagem vale por mil palavras". No início de mais um ano, quase no fim do milénio, aqui neste cantinho do Mundo Ocidental, é tempo de pensar no outro Mundo, cujos povos vivem em palco de guerra, e para os quais nada resta senão esperar por dias de paz.
Picasso não tinha sido muito afectado pela I Guerra Mundial e só com a Guerra Civil Espanhola se interessou por política, tornando-se vivamente solidário com os republicanos. As fotografias que aparecem na imprensa no ínicio de Maio de 1937 relativas ao bombardeamento de Guernica (antiga capital do País Basco) em 36 de Abril tocam-no profundamente. Passado pouco mais de um mês e após 45 estudos preliminares, sai do seu atelier de Paris o painél Guernica (3.50x7.82 m) para ser colocado na frontaria do pavilhão espanhol da Exposição de Paris de 1937 dedicada ao progresso e à paz.

Rapidamente o painél se transforma num objecto de protesto e denúncia contra a violência, a guerra e a barbárie: "O quadro converte-se numa manifestação da cultura na luta política, ou melhor dizendo, no símbolo da cultura que se opõe à violência: Picasso opõe a criação do artista à destruição da guerra"(1).

Donde vem a genial monumentalidade que faz de Guernica uma obra tão singular? Na minha opinião, o seu poder advém da carga emotiva que possui. Efectivamente, o painél não representa o próprio acontecimento, o bombardeamento de Guernica, mas "evoca, por uma série de poderosas imagens, a agonia da guerra total"(2), chegando a constituir uma visão profética da desgraça da guerra que nos ameaça hoje e que nos ameaçará no próximo século que segundo S. Huntington "se caracterizará por muitos conflitos de pequenas dimensões"(3), devido em grande parte à existência, na actualidade, de mais de meia centena de estados fragéis e desintegrados.
De facto, a destruição de Guernica foi a primeira demonstração da técnica de bombardeamentos de saturação, mais tarde empregue na II Guerra. Picasso já em fase pós-cubista, consegue aqui tornar o acto pictórico na narração objectiva da ideia que formou perante o acontecimento e da emoção que sentiu. Com ele,"a pintura carrega consigo o seu património de experiências emocionais" deixando de ser "um ideal abstracto de beleza formal ou de representação lírica da aparência vísivel"2. Citando o artista: "Quando alguém deseja exprimir a guerra, pode achar que é mais elegante e literário representá-la por um arco e uma flecha, que de facto, são estéticamente mais belos, mas quanto a mim (...) utilizaria uma metralhadora"(4).

Tecnicamente tudo em Guernica contribui para a transmissão de emoções avassaladoras a começar pelo uso da técnica de "collage" de que Picasso e Braque tinham sido pioneiros em 1911-12 e que o primeiro aqui retoma, já não "colando" objectos na superfície do quadro mas pintando como se fizesse colagens; com este Cubismo de Colagens cria-se um conceito de espaço pictórico radicalmente novo não criado por nenhum artifício ilusionista mas pela sobreposição dos "recortes" planos, neste caso especifíco em tons de preto e cinzento atravessados por claridades brancas e amareladas, numa total ausência da cor, inexoravelmente evocativa da morte.
A par disso, Picasso recorre a formas dramáticas, violentas, a fragmentações e metamorfoses anatómicas que se por um lado criam figuras que não aderem a nenhum modelo "real", por outro exprimem toda a realidade e agonia da dor insuportável. A comprovar isso atente-se nas várias figuras que o pintor representa neste quadro que aparentemente livre, obedece contudo a um rigoroso esquema em termos de construção (imagine-se a tela dividida em 4 rectângulos, com um triângulo cujo vértice corresponde ao eixo vertical que a divide em duas partes iguais): a mãe chorando a morte do filho (descendentes da Pietà...) e o ameaçador touro de cabeça humana, no 1º rectângulo, o "olho" luminoso do candeeiro que derrama uma luz inóspita (no 2º), a mulher com a lâmpada na mão recordando-nos a Estátua da Liberdade
(no 3º) e o homem que em desespero levanta os braços ao céu (no 4º). Repare-se ainda no cadáver empunhando a espada partida (um emblema da resistência heróica) e o cavalo ferido que aparecem no referido triângulo. O cavalo é à semelhança do touro uma figura saída da mitologia espanhola; representa o povo que agoniza sob o jugo opressor do touro, símbolo da brutalidade, das forças do mal.

Hoje, olhar para Guernica é partilhar o horror que Picasso sentiu há 59 anos perante as imagens da destruição da povoação. Por isso, aqui vai um desejo para o novo ano: que em 1996 tratados como os de Dayton não fiquem pelo papel e que haja sempre um pensamento na mente dos homens: GUERNICA NUNCA MAIS!

(1) in "Entender a Pintura", suplemento nº 2 da revista "Artes & Leilões", tradução de Margarida Viegas.
(2) H. W. JANSON: "História de Arte", 4ª Edição, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa 1989.
(3) CARDOSO,José: "O Terror Supremo", REVISTA do Expresso, 23 de Dezembro de 1995.
(4) SECKLER, J.:"New Masses", 3 de Julho de 1945, citado em "Entender a Pintura", suplemento nº 2 da revista "Artes & Leilões", tradução de Margarida Viegas.